Índice do Livro

Capítulo 1. Introdução ao Diagnóstico Ortodôntico

Capítulo  2. Análise Facial em Ortodontia – Parte I
      2.1. Fundamentos de estética e beleza
      2.1.1. Estética, beleza e a proporção áurea ou divina
      2.1.1.1 A série ou números Fibonacci
      2.1.2. Considerações clínicas sobre estética e beleza
Análise Facial em Ortodontia – Parte II
      2.2. Critérios para a avaliação facial
      2.3. Avaliação frontal
      2.3.1. Proporcionalidade
      2.3.1.1. Tipos faciais
      2.3.2. Simetria
      2.3.3. Projeção zigomática
      2.3.4. Nariz
      2.3.5. Lábios
      2.3.5.1. Comprimento labial
      2.3.5.2. Volume labial
      2.3.5.3. Tonicidade labial
      2.3.5.4. Relação interlabial
      2.3.5.5. Relação labiodental (Ls-1)
      2.3.6. Sorriso
      2.3.6.1. O corredor bucal
      2.3.6.2. Os dentes, o sorriso, a proporção e a percentagem divina
      2.3.6.3. O sorriso e as alterações morfológicas dos dentes
      2.3.6.4. O sorriso e a curvatura do arco dentário
      2.3.7. Mento
      2.4. Avaliação lateral
      2.4.1. Proporcionalidade
      2.4.2. Perfi l facial
      2.4.3. Projeção zigomática
      2.4.4. Nariz
      2.4.5. Lábios
      2.4.5.1. Ângulo nasolabial (ANL)
      2.4.5.2. Sulco mentolabial
      2.4.6. Mento
      2.4.7. Linha e ângulo mento-pescoço
      2.5. Comentários finais

Capítulo  3. Cefalometria – Conceitos Básicos
      3.1. Origem e conceito
      3.2. O cefalostato e o aparelho de raios X
      3.3. Análise cefalométrica
      3.4. Cefalometria computadorizada

Capítulo  4. Cefalograma
      4.1. Introdução
      4.2. Técnica de traçado cefalométrico
      4.2.1. Material utilizado
      4.2.2. Colocação do papel ultrafan
      4.3. Cefalograma básico
      4.3.1. Desenho anatômico
      4.3.1.1. Estruturas anatômicas
      4.3.2. Traçado de orientação
      4.3.2.1. Demarcação dos pontos anatômicos
      4.3.2.2. Linhas e planos cefalométricos
      4.4. Grandezas cefalométricas
      4.4.1. Avaliação do padrão de crescimento facial
      4.4.2. Relação das bases ósseas
      4.4.2.1. Relação das bases ósseas com a base do crânio
      4.4.2.2. Relação das bases ósseas entre si
      4.4.3. Inclinação e posição sagital dos incisivos nas bases ósseas
      4.4.4. Perfil tegumentar
      4.5. Tabelas com valores normativos

Capítulo 5. Avaliação Cefalométrica Facial – Padrão Dentário e Padrão Esquelético
      5.1. Introdução
      5.2. Áreas de avaliação
      5.3. Interpretação dos valores cefalométricos e faciais
      5.4. Distinção entre o padrão anteroposterior dentário e esquelético
      5.4.1. O ANB e o prognóstico das más oclusões anteroposteriores
      5.5. Padrão dentário e esquelético no sentido vertical
      5.5.1. Prognóstico das más oclusões com desarmonia vertical

Capítulo  6. Discrepância Cefalométrica
      6.1. Introdução
      6.2. Conceito vigente de determinação da discrepância cefalométrica (DC)
      6.3. Limitações da discrepância cefalométrica
      6.4. Discrepância cefalométrica nos casos esqueléticos
      6.5. Comentários finais

Capítulo  7. Comportamento Anteroposterior e Vertical dos Maxilares durante o Crescimento
      7.1. Introdução
      7.2. Crescimento anteroposterior normal dos maxilares
      7.3. Regiões faciais equivalentes de crescimento e o tratamento ortodôntico
      7.4. Alterações regionais de crescimento facial, segundo Enlow
      7.5. Locais, teorias e mecanismos de crescimento facial
      7.5.1. Principais locais de crescimento facial
      7.5.2. Teorias de crescimento facial
      7.5.3. Principais mecanismos de crescimento da face
      7.6. Crescimento terminal da face
      7.7. Tendência de crescimento facial
      7.7.1. Avaliação do padrão facial, segundo Björk
      7.7.2. Tendência de crescimento facial Björk-Jarabak
      7.7.3. Padrão facial de Ricketts
      7.7.4. A tendência de crescimento facial e a correção do padrão dentário
      7.7.5. Tendência de crescimento facial de Tweed
      7.7.6. Tendência de crescimento facial – avaliação vertical
      7.7.7. Condutas clínicas, fundamentadas na direção de crescimento facial e no padrão dentário (Classes I, II e III)
      7.8. Os indicadores de crescimento e o tratamento das desarmonias esqueléticas da face
      7.8.1. Início do tratamento ortodôntico das desarmonias esqueléticas
      7.8.1.1. Aspecto facial e idade versus tratamento
      7.8.1.2. Uma ou duas fases de tratamento
      7.8.2. Conceito vigente de tratamento das más oclusões
      7.8.3. Perspectivas de tratamento das más oclusões esqueléticas (conceito emergente)
      7.9. Comentários finais

Capítulo  8. O Arco Dentário, a Cefalometria e a Face
      8.1. Introdução
      8.2. Análise do perímetro do arco dentário
      8.2.1. Determinação do espaço presente
      8.2.2. Determinação do espaço requerido
      8.2.3. Determinação da discrepância de modelo
      8.3. A discrepância cefalométrica
      8.4. Avaliação da discrepância total e do espaço final
      8.4.1. Fatores a considerar na avaliação do espaço final
      8.4.1.1. Largura das bases ósseas e dos arcos dentários – “expansão”
      8.4.1.2. A curva de Spee
      8.4.1.3. Movimentação do molar ou uso do “Lee way space”
      8.4.1.4. Desgaste interproximal (stripping) ou reanatomização proximal
      8.5. Análise de Bolton ou análise das proporções dentárias
      8.5.1. Discrepância das proporções dentárias de Bolton em todo o arco
      8.5.2. Discrepância das proporções dentárias de Bolton – Segmento anterior
      8.5.3. Determinação da discrepância de Bolton em todo o arco (caso clínico)
      8.5.4. Determinação da discrepância de Bolton no segmento anterior (caso clínico)

Capítulo  9. A Dentadura Mista – Parte I: Análise
      9.1. Introdução
      9.2. Fundamentos
      9.3. Métodos de análise da dentadura mista
      9.3.1. Método estatístico
      9.3.1.1. Análise de Tanaka e Johnston
      9.3.1.1.1. Determinação do espaço presente
      9.3.1.1.2. Determinação do espaço requerido
      9.3.1.1.3. Determinação da discrepância de modelo
      9.3.1.2. Análise de Moyers
      9.3.2. Método radiográfico
      9.3.2.1. Análise de Nance
      9.3.3. Comentários sobre a discrepância de modelo
      9.3.4. Setorização da discrepância de modelo
      9.3.4.1. Ficha de setorização da análise da dentadura mista
      9.3.5. Aplicação clínica da ADM no planejamento ortodôntico
      9.3.6. A análise da largura do arco dentário na dentadura mista
A Dentadura Mista – Parte II: Planejamento Ortodôntico
      9.3.7. Iniciação ao planejamento planejados ortodôntico
      9.3.7.1. Caso clínico I.C.S.
      9.3.8. Apresentação de casos clínicos planejados na dentadura mista
      9.3.8.1. Caso clínico A.L.S. – Tratamento interceptador
      9.3.8.2. Caso clínico A.P.O. – Fase interceptadora
      9.3.8.3. Caso clínico B.D.S. – Planejamento interceptador
      9.3.8.4. Caso clínico N.G.M. – Fase interceptadora
      9.3.8.4.1. Continuação do caso clínico N.G.M. – Fase corretiva
      9.3.8.5. Caso clínico D.D.R.C. - Fase ortopédica precoce
      9.3.8.5.1. Caso clínico D.D.R.C. - Fase interceptadora
      9.3.8.6. Caso clínico S.L.N.F. - Fase I – Ortopédica precoce
      9.3.8.6.1. Caso clínico S.L.N.F. – Fase II - Interceptadora Ortopédica-ortodôntica
      9.3.8.6.2. Caso clínico S.L.N.F. – Fase III – Ortodôntica corretiva
      9.3.8.7. Caso clínico V.P.L. – Fase interceptadora
      9.4. Comentários finais

Capítulo  10. O Desenvolvimento da Dentição e as Perspectivas de Espaço
      10.1. Introdução
      10.2. Desenvolvimento da dentição
      10.2.1. Dentição decídua
      10.2.2. Dentadura mista
      10.2.2.1. A erupção do primeiro molar permanente
      10.2.2.2. O primeiro período transicional
      10.2.2.3. O período intertransicional
      10.2.2.4. O segundo período transicional
      10.2.3. Dentição permanente
      10.3. Desenvolvimento dos apinhamentos dentários
      10.3.1. Apinhamento primário – Considerações clínicas
      10.3.1.1. Apinhamento primário – Aparente
      10.3.1.2. Apinhamento primário – Suave
      10.3.1.3. Apinhamento primário – Moderado
      10.3.1.4. Apinhamento primário – Limítrofe
      10.3.1.5. Apinhamento primário – Severo
      10.3.1.6. Considerações sobre casos limítrofes
      10.3.2. Apinhamento secundário – Considerações clínicas
      10.3.3. Apinhamento terciário – Considerações clínicas
      10.4. Crescimento dos arcos dentários
      10.5. Comentários sobre a evolução das relações oclusais com o desenvolvimento dos maxilares

Capítulo 11. Introdução ao Planejamento Ortodôntico – Dentição Permanente
      11.1. Conceitos básicos
      11.2. Plano de tratamento ortodôntico com base na maxila
      11.2.1. Justificativas
      11.2.2. Posicionamento sagital da maxila e do incisivo superior (ANL) – 1o Passo
      11.2.3. Posicionamento vertical da maxila e do incisivo superior (Ls – 1) – 2o Passo
      11.2.4. Posicionamento anteroposterior e vertical da mandíbula e do incisivo inferior – 3o Passo
      11.2.5. Controle de espaço nos arcos dentários – 4o Passo
      11.2.6. Elementos para o plano de tratamento
      11.2.7. O planejamento e as técnicas de tratamento

Capítulo 12. Visão Clínica da Planifi cação do Tratamento Ortodôntico
      12.1. Introdução
      12.2. Planejamento e tratamento ortodôntico das más oclusões na dentição permanente
      12.2.1. Planejamento clássico – Com e sem extração de primeiros pré-molares
      12.2.1.1. Caso clínico I.T.B.S. – Classe I com extração de primeiros pré-molares
      12.2.1.2. Caso clínico F.B.R. – Sem extração de pré-molares
      12.2.2. Plano de tratamento ortodôntico das más oclusões de Classe II por um protocolo diferenciado
      12.2.2.1. Classe II sem extração – Caso clínico R.A.F.C.S.A.
      12.2.2.2. Classe II com extração de segundos molares superiores e terceiros molares inferiores – Caso clínico C.P.L.
      12.2.3. Plano de tratamento ortodôntico das más oclusões por um protocolo diferenciado – Extração de molares (primeiros molares inferiores e terceiros superiores)
      12.2.3.1. Extração de primeiros molares inferiores e terceiros superiores para a correção da mordida aberta anterior – Caso clínico W.M.S.
      12.2.3.2. Caso de extração de primeiros molares inferiores e terceiros superiores para a correção da Classe III, padrão I – Caso clínico P.M.A.
      12.2.4. Plano de tratamento das más oclusões por um protocolo ortodôntico-cirúrgico
      12.2.4.1. Fases do tratamento
      12.2.4.2. Caso clínico R.C.M
      12.2.5. Comentários finais

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